A Construção do Jardim Amanda

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O território é um lugar, um espaço em permanente transformação. É um fenômeno físico. Os átomos, as matérias e as energias se harmonizam e desarmonizam constantemente.

Podemos afirmar que o processo de construção, crescimento e desenvolvimento do Jardim Amanda é equivalente ao princípio acima. Foi, e é um processo frequente de mudanças e de transformações.

Foi assim no passado recente com as ruas de lama e a poeira nos cabelos. As ruas asfaltadas na faixa, segundo o finado prefeito Ângelo Perugini, as ruas com iluminação de led com as quadras ocupadas no período da noite.

O bairro se construiu com sua gente, diversa e valente.

Uma escola, e depois outra escola, na sequência diversas outras escolas. O Amanda, diferente dum passado não muito distante usufrui de diversas escolas, públicas e privadas. São escolas para todos os gostos. Integral, convencionais, escolas de arte e teatro, e quem diria, o teatro municipal de Hortolândia.

O Jardim Amanda cresceu como uma criança que correu de pé no chão de terra sem medo do futuro. Abaixo o CAIC, um dos símbolos do crescimento, do desenvolvimento e do conhecimento de um dos maiores bairros da América latina.

Fotos gentilmente cedidas por Vicente Mauricio e Renato Figueiredo

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