Crônicas de um domingo de pandemia

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De acordo com o consórcio de imprensa, nas ultimas 24 horas, o país registrou 1270 novas mortes e 45.235 novos casos de infecção por coronavírus no Brasil. Foto de Nelson Antoine ( Estadão Conteúdo)

As notícias dão conta que o Brasil ultrapassou a casa dos 70 mil mortos por Covid-19. Números preocupantes que revelam a velocidade de transmissão, e a letalidade do vírus.

De novo, não devemos permitir que esses dados desapareçam do cotidiano. Somos o segundo país em infecção e óbitos por Covid-19 no mundo, perdemos apenas para os EUA, onde a exemplo do Brasil, o Presidente insiste em minimizar a gravidade da pandemia.

Esses números também revelam um dado obscuro que se tornou nossa realidade, a banalização da morte. Embora seja algo inerente à vida, a morte como lembram os poetas, vem para todos.

Sim, de fato, no entanto quando surge da forma que surge, sem a naturalidade e a circunstancias que geralmente é decorrente dela, mas como resultado da ação consciente e voluntária da sociedade, como quem quer provoca-la, o combate preventivo é uma atitude imediata, ética e moral.

Quando esses valores deixam de orientar o combate preventivo, urgente, então os óbitos decorrentes da falta dessas normas passa a ser uma efemeridade tipificada e enquadrada na dimensão de que trata o direito penal, e a classifica como culposa e dolosa.

Por isso caro amigo, cuidar-se por meio do isolamento, do distanciamento, do uso de máscara se transformou num imperativo moral e ético. Cuide-se, cuide do outro.

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