O Jornalismo o jornalista

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A origem daqueles que, contemporâneos pós modernos chamam de conspiradores do poder e da pátria, o jornalista.”

O que se apura numa rápida e responsável pesquisa na internet acerca da história da atividade jornalística é que se trata de um ofício que antecede o nascimento de Cristo. 60 A.C a Acta Diurna servia de canal de divulgação dos atos do governo imperial romano. Especialistas consideram tratar dos primórdios da imprensa, logo, da atividade jornalística.

Segundo o professor Marcel Cheida em seu artigo Origens da Imprensa e dos Jornais, a história demonstra que a notícia e ou a difusão de informação faz parte do processo de projetos políticos e econômicos de dominação.

As Volantes e Gazetas como eram chamados os meios noticiavam batalhas, exéquias principescas, festas e relatos comerciais. A história do jornalismo é antiga e o seu surgimento está intimamente ligado num primeiro momento, aos empreendimentos comerciais e políticos.

A Reforma Religiosa marcada pelo avanço do protestantismo, e depois com o período do mercantilismo consolidam a pratica cultural do jornalismo no continente Europeu. No Brasil, a chegada da família imperial trouxe consigo a semente do que seria a imprensa brasileira.

A criação do jornal impresso brasileiro se divide em dois episódios históricos. O primeiro recai sobre os ombros de Hipólito José da Costa Mendonça, cônsul-geral em Londres, de onde publica a partir de julho de 1808, o primeiro jornal do Brasil chamado Correio Braziliense. A chegada do exemplar as terras tupiniquins duravam três meses por conta das longas viagens de navios que saiam da Europa em direção ao Brasil.

A segunda experiencia tem como ponto de origem o Império real que cria em setembro de 1808 a Gazeta do Rio, que na verdade servia mais como um diário oficial para que se publicasse e se oficializasse os atos do império.

Esses dois empreendimentos tipográficos iniciam o país no universo do jornalismo e do jornalista, e foram muitas as transformações das quais a imprensa fez parte e das quais teve papel relevante na difusão das notícias.

De 1822 ano em que o Correio Braziliense fechas as trancas da redação, e em que D.Pedro urra as margens do Ipiranga, as crônicas que se contam da imprensa brasileira até são românticas e realistas, mas essas já são outras histórias.

 

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