Sobre Medina

É formado em Jornalismo pela Faculdade Hoyler de Hortolândia-SP, possui pós graduação em Gestão Cultural, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC-São Paulo Campus Santo Amaro. (Lattes). Também possui especialização em Comércio Internacional.

Ainda na Faculdade trabalhou como repórter e editor em produções científicas como o Jornal Mural, a Revista Hoyler e o Documentário Cururu, Preservação da Cultura Popular realizado nas cidades de Piracicaba e Santa Bárbara Doeste, interior paulista (2004).

Trabalhou como repórter de Rádio para a Prima FM 105,9 de Monte Mor-SP (2008), além da Rádio Comunicativa FM 91,1 em Hortolândia-SP(2014). Em assessoria de imprensa atuou junto a ANPG Associação Nacional dos Pós Graduandos no 1º Salão Nacional de Divulgação Científica (2009). Editou dois Jornais Comunitários em Hortolândia(2008-2015), além da experiencia na produção de Revista O Capoeira (2013).

Integrou a equipe de Comunicação Colaborativa da TEIA Nacional da Diversidade no Estado do Rio Grande do Norte (2014). Atualmente desenvolve dois projetos editoriais na área jurídica e um literário, além de prestar serviços em Assessoria de Imprensa para a ADAB-Associação Nacional dos Despachantes Aduaneiros.

Em Cultura e Gestão Cultural, desde 2009 tem atuado dentro do programa Cultura Viva colaborando com a consolidação das políticas públicas para os Pontos de Culturas. Trabalhou como colaborador no Ponto de Cultura Caminhos na cidade de Hortolândia.

Foi consultor do PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Participou do Encontro da Diversidade – Independência da Cultura, 1ª Reunião da Diversidade Mercosul Cultural Rio de Janeiro 2010. Integrou o Conselho Municipal de Políticas Culturais no município de Hortolândia-SP no biênio 2015

Portfólio

Trabalhos em Comunicação Jornalística e Cultura

 


Assessoria

  • Comunicação e Imprensa

Ao jornalista têm-se aberto oportunidades de atuar como estrategista na elaboração de planos de comunicação mais abrangentes. Esses planos devem privilegiar uma comunicação eficiente não apenas junto à imprensa, mas posicionando as organizações de forma a estabelecer uma interlocução com ética e responsabilidade social, comprometida com os valores da sociedade junto aos seus mais diversos públicos.

Ao assessor de comunicação compete facilitar a relação entre o seu cliente – empresa, pessoa física, entidades e instituições – e os formadores de opinião. No leque de atividades do assessor há destinatários definidos conforme a área de atuação. Ele pode coordenar ações de Relações Públicas, Imprensa, Publicidade e Propaganda e mais recentemente tem incorporado ações de cunho institucional identificadas pela assimilação de estratégias de marketing.

Produtos e Serviços

Proposta/sugestão de Pauta – Informe sucinto enviado aos veículos de comunicação a respeito de determinado assunto de interesse para o veículo e à sociedade.

Release – Ferramenta que a Assessoria usa para organizar as informações que está divulgando. Trata-se de um texto, cuja essência é a informação.

Contato com a Imprensa – Normalmente feito por telefone para aprofundar informações enviadas por e-mail ou confirmar presenças em coletivas, marcar encontros com assessorado etc.

Análise – O assessor faz a sua leitura do material coletado, analisando o teor do que foi publicado.

Textos Técnicos e Científicos – Cabe ao jornalista somente a revisão – e adequação da linguagem, quando for o caso – em conjunto com os profissionais técnicos da área responsável pela elaboração.

Vídeos e Filmes Institucionais – O assessor deve definir o conteúdo das peças junto com o assessorado e organizar o briefing a ser passado para o produtor. Deve, ainda, acompanhar e aprovar o roteiro e a edição da peça.

Discurso – Pesquisa, redação e revisão.

Sites – O jornalista deve atuar na definição do conteúdo e atuar na “edição das páginas”, assim como na aprovação do design do site feito por profissionais especializados.

Jornais e Revistas – Esses produtos são de cunho jornalístico e voltados para o segmento no qual o Assessor de Imprensa atua e que serão distribuídos para um público específico. Esses veículos informam as ações da entidade/empresa e os conceitos e opiniões afeitos ao público leitor.

Gestão de Projetos – Análise de cenário-conjuntura; Pesquisa e diagnóstico; Pré projeto; Formulação e elaboração de Projeto; Gestão, execução, avaliação e controle; Captação de recursos, públicos e privados; Prestação de Contas.

  • Gestão Cultural

Dada a ampla gama de manifestações artísticas-culturais, características do cenário brasileiro, o poder público não consegue dar conta de amparar, com fomento, todos os nossos agentes culturais, dos quais uma incontável maioria encontra seus próprios meios de gerar a renda necessária ao acontecimento artístico. Embora haja essa autonomia inquestionável, o marco da formalização desse mercado de trabalho está vinculado ao governo.

Em 15 de março de 1985, no governo de  José Sarney, pelo decreto 91.144 é criado o Ministério da Cultura ( MinC), antes ligado ao Ministério da Educação. O intuito, com a separação, foi dedicar esforços “à crescente potencialidade cultural brasileira e à necessidade de implantação de políticas públicas exclusivas para a área”, de modo a “minimizar distorções e ampliar o acesso da população aos bens culturais”(AGOSTINHO,2011).

Desde então, passando por algumas reformulações, o Ministério da Cultura passa a agir no mercado cultural a partir de programas variados, como o dos Pontos de Cultura, políticas públicas e convênios com as instâncias públicas estaduais e municipais ( uma vez que a criação do Ministério reverberou no surgimento também das Secretarias).

Essa rede cultural, em âmbito público, implicou uma correspondência em termos privados, com a necessidade de se definir um estrutura gestora da atividade artística, capaz  de dialogar com as politicas públicas e os programas de fomento lançados pelo governo e gestores culturais como um grupo profissional e, por consequência, da necessidade da formação desses profissionais.

O desenvolvimento e a complexificação do mercado cultural determinaram a necessidade da figura do Gestor Cultural. Em termos práticos, o gestor cultural deve preocupar-se com o planejamento de ações iniciativas artísticos-culturais como exposição, espetáculos, shows, etc, dentro do contexto administrativo em que está envolvido, levando em consideração o impacto que uma ação específica representa na estrutura como um todo.

Produtos e Serviços

Consulta técnica – Reunião para compreensão e entendimento do que é e como funciona a operacionalidade de um projeto cultural;

Análise de cenário – Identificação dos aspectos positivos e negativos dentro e fora da proposta;

Diagnóstico – Resultado analítico e de viabilidade do projeto;

Fomento e Financiamento –  Captação de recursos através de editais públicos e privados, e também por intermédio de leis de incentivos. Prospecção de patrocínios e doações. Articulação e parcerias para obtenção de apoio publico e privado.

Pré – Projeto – Projeto preliminar para estudo, avaliação e correção;

Elaboração e Formatação de Projeto. Redação, criação e confecção de cronogramas como prazos e planilha financeira;

Execução, controle e avaliação: Acompanhamento e monitoramento na execução das diferentes etapas do projeto;

Prestação de contas/Resultados esperados – Produção de relatório contendo dados e informações acerca dos objetivos alcançados.