Assessoria

Comunicação e Imprensa – Ao jornalista têm-se aberto oportunidades de atuar como estrategista na elaboração de planos de comunicação mais abrangentes. Esses planos devem privilegiar uma comunicação eficiente não apenas junto à imprensa, mas posicionando as organizações de forma a estabelecer uma interlocução com ética e responsabilidade social, comprometida com os valores da sociedade junto aos seus mais diversos públicos.

Ao assessor de comunicação compete facilitar a relação entre o seu cliente – empresa, pessoa física, entidades e instituições – e os formadores de opinião. No leque de atividades do assessor há destinatários definidos conforme a área de atuação. Ele pode coordenar ações de Relações Públicas, Imprensa, Publicidade e Propaganda e mais recentemente tem incorporado ações de cunho institucional identificadas pela assimilação de estratégias de marketing.

Gestão Cultural – Dada a ampla gama de manifestações artísticas-culturais, características do cenário brasileiro, o poder público não consegue dar conta de amparar, com fomento, todos os nossos agentes culturais, dos quais uma incontável maioria encontra seus próprios meios de gerar a renda necessária ao acontecimento artístico. Embora haja essa autonomia inquestionável, o marco da formalização desse mercado de trabalho está vinculado ao governo.

Em 15 de março de 1985, no governo de  José Sarney, pelo decreto 91.144 é criado o Ministério da Cultura ( MinC), antes ligado ao Ministério da Educação. O intuito, com a separação, foi dedicar esforços “à crescente potencialidade cultural brasileira e à necessidade de implantação de políticas públicas exclusivas para a área”, de modo a “minimizar distorções e ampliar o acesso da população aos bens culturais”(AGOSTINHO,2011).

Desde então, passando por algumas reformulações, o Ministério da Cultura passa a agir no mercado cultural a partir de programas variados, como o dos Pontos de Cultura, políticas públicas e convênios com as instâncias públicas estaduais e municipais ( uma vez que a criação do Ministério reverberou no surgimento também das Secretarias).

Essa rede cultural, em âmbito público, implicou uma correspondência em termos privados, com a necessidade de se definir um estrutura gestora da atividade artística, capaz  de dialogar com as politicas públicas e os programas de fomento lançados pelo governo e gestores culturais como um grupo profissional e, por consequência, da necessidade da formação desses profissionais.

O desenvolvimento e a complexificação do mercado cultural determinaram a necessidade da figura do Gestor Cultural. Em termos práticos, o gestor cultural deve preocupar-se com o planejamento de ações iniciativas artísticos-culturais como exposição, espetáculos, shows, etc, dentro do contexto administrativo em que está envolvido, levando em consideração o impacto que uma ação específica representa na estrutura como um todo.